2008 - EDIÇÃO 139

ANTERIOR PRÓXIMO

Ilustração: Evandro Se você gosta muito do senhor Eurico Miranda, feche os olhos e tampe o nariz. Não leia este texto. Não veja mais nada. Um beijo e desculpe o auê. Afinal o que importa neste momento é abrir o peito em direção aos canhões e analisar a queda histórica de um cartola autoritário, que abusou do poder e da inteligência para se perpetuar no Vasco da Gama. Em relatórios secretos enviados à Casa Branca, ao Palácio do Planalto, à CIA e à KGB, tenho a honra de comunicar a quem continuou até aqui que a vitória de Roberto Dinamite, em São Januário, representa uma nova era, já que o grande problema do nosso futebol é a velhice no alto escalão do comando. Dinamite explodiu um Muro de Berlim. E chegou a hora da gente subir nos tanques de Pequim para descobrir o significado real da palavra M-U-D-A-N-Ç-A. Oba, eba. Agora Sócrates também quer ser presidente. E eu gostaria muito de ver Zico na CBF, Falcão no Inter, Pelé no Santos, Luxa na cadeira do Flamengo, Branco no Fluminense, Marcos no Palmeiras... Precisamos de idéias novas! Isso não é tudo, mas já é muito.

RESUMO DA ÓPERA: Cartola é como água sanitária: deixa marcas eternas por onde passa.

Brasileiros do Lyon caem no rafting Bin Laden ataca novamente
Opa, futebol liberal na Alemanha Vida de Beckham vira musical
Parou ou não, Romário? Confira o grande arranca-rabo de Kaká