Um aposentado chamado Zidane Rivalidade faz humorista pisar na bola
Viagra pode turbinar os boleiros Férias de Rooney: cigarro com cerveja
A arte do pebolim Mulheres gastam R$ 350 milhões na Euro

Um aposentado chamado Zidane

Ilustração: José FrazãoA vida de Zizou está boa demais. Já faz quase dois anos que abandonou os gramados, mas até hoje continua recebendo propostas para voltar a jogar o futebol extraordinário que encantou o mundo. O craque confirma que parou na hora certa, embora admita que ainda tem lenha para queimar. Corre todos os dias para manter a boa forma. Zidane aproveita para curtir tudo que não conseguiu durante os 17 anos de carreira. E o melhor: continua faturando muita grana com seus mega-contratos de publicidade. O projeto do momento é construir um grande complexo esportivo para a prática de futebol urbano em Marselha, na França. O ex-boleiro conta com a ajuda dos irmãos e dos amigos nessa empreitada. Ah, Zizou será sempre lembrado como o craque ‘old school’ capaz de usar o romantismo e a habilidade para driblar a mesmice da ditadura tática.
Viagra pode turbinar os boleiros
Ilustração: José Frazão
Opa, não é apenas fora dos gramados que os jogadores usam viagra para acelerar a performance. O viagra é o novo alvo dos controladores de doping. Isso mesmo. O remedinho azul, segundo especialistas, pode ajudar o desempenho do atleta em altas altitudes. Só para se ter idéia, um ciclista italiano foi pego durante a disputa do Giro da Itália com 82 pílulas de viagra. A substância, que por enquanto ainda não é proibida, melhora a irrigação sanguínea para os músculos. Por isso, muitos alpinistas que escalam o Everest têm usado a droga. Nos bastidores do futebol, embora ainda não exista nenhum caso oficial, também rola um tremendo zunzunzun sobre o poder do turbo azul. E vocês, também acham que o Dunga deveria escalar o viagra para o time ser menos broxante?
A arte do pebolim

Uma exposição em Lausanne, na Suíça, vem chamando a atenção de muitos torcedores. A Mostra traz 22 mesas de pebolins feitas com materiais inusitados. Em plena disputa da Eurocopa, duas delas chamaram a atenção: uma traz notas de dinheiro (franco-suíço) no lugar dos jogadores; já outra usa imagens do álbum de figurinhas da competição para dar “mais vida” aos jogadores do pebolim.

Rivalidade faz humorista pisar na bola

Ilustração: Millena PiccoliNo futebol europeu, a rivalidade entre alemães e holandeses é muito parecida com os confrontos entre brasileiros e argentinos. Tanto é, que durante a disputa da Eurocopa, um famoso comediante da Alemanha, Alexander Duszat (o "Elton"), chegou ao cúmulo de comparar o hábito dos boleiros da Holanda em se mostrarem com os filhos no colo a uma prática nazista. É mole? “Os holandeses são tão bonzinhos, carregam crianças nos braços. Hitler fazia o mesmo. Será que ele se torna mais simpático por causa disso?”, pergunta o humorista, para estarrecimento geral. Putz, a piada, que ele reconheceu ser de mau gosto, limitaria-se apenas ao campo do futebol, onde “Alemanha e Holanda são rivais clássicos”. Na verdade, a gracinha de Elton pegou mal. O passado nazista do país é um dos temas mais delicados para o povo alemão, que não gosta de brincadeiras sobre o assunto.

Férias de Rooney: cigarro com cerveja
Ilustração: George Gargiulo
Com a seleção inglesa fora da Eurocopa, o atacante Wayne Rooney tem aproveitado as férias em lua-de-mel com a esposa Collen Mcloughlin para sair da linha: o jogador do Manchester United foi flagrado pelo tablóide "The Sun" fumando e bebendo na piscina. Vale lembrar que o atleta está em férias, o que não compromete seu rendimento em campo. Mas o "The Sun" diz que o técnico Alex Ferguson é contra o fumo e não gostou de ver as fotos de seu camisa 10 com o cigarro.
Mulheres gastam R$ 350 milhões na Euro

Ilustração: Renato ZineziSegundo informações divulgadas pela Mastercard, patrocinadora da Eurocopa, as mulheres gastaram cerca de 140 milhões de euros (aproximadamente R$ 350 milhões) durante a competição em transportes, alojamento, comida e souvenirs das equipes européias, como bandeiras, camisas e cachecóis. Isso significa que as mulheres gastaram cerca de 4 milhões de euros (cerca de R$ 10 milhões) por partida. Com isso, elas contribuíram com 10% de tudo o que for arrecadado com a Eurocopa. Segundo o especialista em economia esportiva, Simon Chadwick, um dos autores do estudo, isso demonstra a crescente importância das mulheres na indústria futebolística, tanto pelos gastos com os produtos relacionados às equipes, quanto pelo que gastaram nas cidades onde as partidas foram realizadas.