2008 - EDIÇÃO 128

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Ilustração: Renato Prado Dengão, você já assinou com algum clube?
Estudo propostas. Mas cheguei pra picar, sangue bom.

Qual foi o seu grande gol de placa?
Pô, acabei com a bala perdida no Rio e virei celebridade. Agora, mesmo quando alguém atira pro alto acaba acertando um foco de dengue. Isso os críticos não falam.

Mas por que escolheu o futebol brasileiro?
Em termos de saúde e organização, o Brasil é um verdadeiro Haiti. E também ‘habemos’ terremoto: faltava algo para o País entrar para o Primeiro Mundo.

Abre o jogo: quais suas influências?
Aprendi a jogar na chuva. Disputei muita pelada com o Drácula, o Hitler e o Jack (Estripador)... Parei de andar com eles, pois quase virei alcoólatra. Eles achavam que cachaça era água e deixavam a pinga parada para eu ficar doidão.

E quem são seus ídolos?
Caras como Kia Joorabchian e Roman Abramovich... Mestres em formar times de mentira abusando do doping do dinheiro, do doping do poder...

Para fechar, mande um recado aos leitores.
Não acesse sites de sacanagem! A baba que fica acumulada no teclado forma o ambiente ideal para mosquitos como eu. Outra coisa: nunca molhe a mão do juiz, principalmente se ele for um parasita.

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