
Ninguém
ficou
sabendo,
mas
Kaká
anda
puto
com
o seu
dinheiro
–
mesmo
recebendo
mais
de R$
2 milhões
por
mês,
o maior
salário
do futebol.
Sabe
que
nada
nem
ninguém
pode
ficar
parado
hoje
em dia.
Muito
menos
o seu
dinheiro.
Já
se foi
o tempo
em que
o dinheiro
ficava
em casa,
acordava
tarde,
lia
o Fatto
Olé,
assistia
à
Sessão
da Tarde...
Kaká
exige
que
o seu
dinheiro,
aquele
vagabundo,
ajude
em alguma
coisa
em casa,
oras.
Não
pode
ficar
o dia
inteiro
coçando
o saco.
Antes
de mandar
o dinheiro
embora,
resolveu
colocá-lo
para
trabalhar.
Deve
investir
no ousado
projeto
do ex-jogador
Bebeto
–
quem
não
lembra
dele?
Depois
do disque-pizza,
do disque-jóquei
e do
disque-me-disque,
a dupla
de mauricinhos
(canela
de carneiro
e bíceps
de filósofo)
pode
lançar
o disque-chororô.
Mais
um serviço
de inutilidade
pública:
a idéia
é
formar
novos
bundões
por
telefone.
Bebeto,
afinal
de contas,
lamenta
que
na sua
época
chorão
era
chamado
de bobo.
Agora,
como
se sabe,
está
na moda
chorar
até
para
comemorar
gol.
RESUMO
DA ÓPERA
–
“Se
chorei
ou se
sofri,
o importante
é
que
emoções
eu vivi”.