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um craque com vírus
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‘Ronaltec’
Gaúcho tem tudo a ver com computador: todo
mundo diz que gosta, todo mundo diz que entende,
mas poucos sabem como funciona e onde é
que liga. E no campo da tecnologia da informação,
o camisa 10 dá baile em Ayrton Senna, Gisele
Bündchen, Chico Buarque, Lula, Paulo Coelho,
Kaká e até mesmo em Pelé.
Ele é a celebridade brasileira mais popular
do mundo virtual – citado ao menos 15 milhões
de vezes na internet. Já virou WIP (web
important people). Chique, né não?
O problema, entretanto, é que o software
do craque-dentuço parece mesmo estar contaminado
por um vírus criptografado, que é
capaz de corromper dados e destruir os arquivos
de alta performance do jogador brasileiro. Se
continuar assim, Ronaldinho acabará sendo
deletado do Barça e até mesmo da
Seleção.
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‘Chica
da Silva’ faz tattoo da salvação |
Peralá,
o mundo ainda tem salvação: parece
que o meia Carlos Alberto quer aproveitar sua
passagem pelo São Paulo para mudar a sua
imagem. O boleiro, que recebeu o apelido de Chica
da Silva graças ao cabelo rastafari, vem
se destacando pela persistência no trabalho
- de tanto esforço nos treinos chega a
sentir dores musculares nas pernas. O maluco luta
contra o tempo para entrar em forma e substituir
as gordurinhas por massa muscular. Marco Aurélio
Cunha, supervisor do Tricolor, chegou até
a afirmar que o rapaz é mais esforçado
e envolvido que o camisa 10 Adriano, o Imperador.
Moral, hein? Para não perder o ritmo, Carlos
Alberto resolveu seguir exatamente o verso da
banda de rap Racionais, e decidiu tatuar em seu
braço um dos lemas da periferia: “A
preguiça é inimiga da vitória.
O fraco não tem espaço”. |
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O
mistério da palmilha desaparecida |
Pouca
gente já ouviu falar no atacante Jean-Claude
Darcheville. Mas o boleiro do Rangers, time popular
da Escócia, viveu uma situação
inusitada na última semana. Seguinte: por conta
do caos aéreo, Darcheville acabou tendo sua
bagagem extraviada e dentro dela estavam suas preciosas
palmilhas. Teve de treinar sem o equipamento adequado
e machucou de vez o seu já problemático
tendão de Aquiles. Agora o atleta, que nasceu
na Guiana Francesa, espera ter um tempo para voltar
à França e comprar novamente suas palmilhas
especiais. “Acabei tendo problemas nas pernas
por conta da mala, que nunca cheguei a encontrar”,
lamentou o jogador. Pô, isso é o que
podemos chamar de verdadeira mala sem alça,
né não?
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O
que culinária tem a ver com futebol? |
Raríssimas
pessoas puderam ver ao vivo um dos gols mais fantásticos
da história da Eurocopa. Em 1988, o holandês
Marco Van Basten fez um golaço na decisão
do torneio, contra a União Soviética.
Lance que Gert Oosterbroek lamenta até hoje por
não ter presenciado. O torcedor azarado estava
se preparando para ir à decisão com seu
amigo, Henk Jansen, quando notou que não encontrava
os dois bilhetes. Revirou a casa inteira, mexeu inclusive
no lanche que sua esposa havia preparado para a viagem,
e nada. Porém 20 anos depois Gert foi encontrar
o maldito ingresso dentro de um livro de culinária.
“Mudei de casa pelo menos umas dez vezes desde
então e nunca tinha visto o bilhete”, lamentou.
“Mas quando fui mexer no livro, eles simplesmente
caíram no chão. Cada vez que vejo o magnífico
gol de Van Basten, sinto que estou afundando no chão.
É duro”.
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Vai
ketchup aí, boleiro? |
Com
a mudança de comando no Tottenham, da Inglaterra,
os jogadores tiveram de abrir mão de um dos sete
pecados capitais: a gula. Logo que o preparador físico
Marcos Alvarez chegou, junto com o técnico Juande
Ramos, percebeu que os atletas tinham excesso de peso
e ficou ainda mais impressionado com a fartura que eram
as refeições no clube: molhos em excesso,
bolo de chocolate, caixa de doces... Mas ele deu um basta
nisso e fez com que os atletas perdessem até agora
mais de 50 quilos no total. Mas alguns atletas já
desabafaram: “Sinto falta do ketchup no meu frango”,
confessou Tom Huddlestone. |
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Capello
faz Leão virar gatinho |
Se
você considera Emerson Leão um técnico-ditador,
como acusa a torcida uniformizada do Santos, é
porque não conhece ainda a metodologia
de trabalho de Fábio Capello. Depois que
o técnico italiano assumiu a seleção
da Inglaterra, os jogadores tiveram que se adequar
à sua cartilha autoritária. Uma
das grandes mudanças foi com o momento
das refeições: agora, todo atleta
tem de se vestir a rigor, chegar às 20
horas de acordo com a pontualidade britânica
do treinador e jamais levar o telefone celular.
Mas o maior impacto foi mesmo a obrigatoriedade
de ficar na mesa até o último acabar
de comer. Ou seja, ninguém pode levantar
antes de Capello, que aprecia suas refeições
com muita tranqüilidade. “Antes a gente
entrava para comer, engolia tudo em dois minutos
e saía imediatamente. Agora conversamos
e até nos relacionamos com quem quase não
tínhamos contato”, comenta o goleiro
David James. Tremendo puxa-saco.
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