
Sou o brasileiro que mais
ama a seleção
do Dunga. Pois é. Em
amor, importa muito o ponto
de partida. E aquela dancinha
do Ronaldinho, no estilo Michael
Jackson, foi o oxigênio
da minha nova paixão.
Isso quer dizer o seguinte:
o jogo do Brasil no Maracanã
me ofereceu a chance de conhecer
uma linda mulher, daquelas
que estão em extinção
na vida contemporânea.
Uma catarinense que é
craque até no cafuné.
Eu tô que tô,
chapa quente. Lanço
aqui e agora uma campanha
internacional pelo mais nobre
dos gestos de carinho e delicadeza
durante as partidas até
a Copa. Os doces estalinhos
no cocuruto. Comprometo-me
a visitar Brasília
pela criação
imediata do Clube do Cafuné.
Que homens e mulheres sejam
preparados, em programa de
emergência, para reaprenderem
o ritual milenar do dengo.
Boa idéia, né
não? Pura libido, como
já disse o coleguinha
Xico Sá em seu blog.
Se a chama do futebol anda
meio apagada, cabe a nós
reacendê-la. Pode apostar:
quem pratica o cafuné
não depende só
dos gols de Robinho, Love
& Cia. Nheco-nheco e bola
no ângulo de segunda
a segunda-feira. Vixe... |
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