2007 - EDIÇÃO 104

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Ilustração: Renato Prado Sou o brasileiro que mais ama a seleção do Dunga. Pois é. Em amor, importa muito o ponto de partida. E aquela dancinha do Ronaldinho, no estilo Michael Jackson, foi o oxigênio da minha nova paixão. Isso quer dizer o seguinte: o jogo do Brasil no Maracanã me ofereceu a chance de conhecer uma linda mulher, daquelas que estão em extinção na vida contemporânea. Uma catarinense que é craque até no cafuné. Eu tô que tô, chapa quente. Lanço aqui e agora uma campanha internacional pelo mais nobre dos gestos de carinho e delicadeza durante as partidas até a Copa. Os doces estalinhos no cocuruto. Comprometo-me a visitar Brasília pela criação imediata do Clube do Cafuné. Que homens e mulheres sejam preparados, em programa de emergência, para reaprenderem o ritual milenar do dengo. Boa idéia, né não? Pura libido, como já disse o coleguinha Xico Sá em seu blog. Se a chama do futebol anda meio apagada, cabe a nós reacendê-la. Pode apostar: quem pratica o cafuné não depende só dos gols de Robinho, Love & Cia. Nheco-nheco e bola no ângulo de segunda a segunda-feira. Vixe...
Gols viram calorias no Maracanã Beckham: metrossexual é o escambau!
Porto escorrega na piada do português Boleiro dorme demais e tosta o filme
'Ibracadabra', um mago direto das ruas Urgh, Pelezinho com a camisa da Itália
Ilustração: Renato Prado  
O futebol é mais do que um jogo.
Agora, é livro de arte!