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Loira,
1,69m de altura e 65 quilos. Mulherão com
cara de menininha. São-paulina que adora
dançar e namorar. Esse textinho chumbrega
poderia estar ilustrando mais uma página
sem graça de um caderno qualquer de classificados,
mas aqui no Fatto Olé
a boa notícia é sempre mais quente.
Estamos falando de Sheila Mello. De um lado da
tela, aparece você lendo esta entrevista
exclusiva. Do outro, uma musa escultural: 29 anos,
prendada e à procura de um amor de verdade.
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| Sheila
sairá nua pela quinta vez em novembro |
FATTO OLÉ: Que você é
linda, todo mundo já sabe. O que queremos
saber agora é se seu fogão tem três
ou cinco bocas?
SHEILA MELLO: (Risos) Já começou
com pegadinha, é? Meu fogão tem
seis bocas, mas, quando eu era pequena e morava
com minha mãe e meus irmãos, o fogão
tinha só quatro. Éramos de uma família
humilde, e o máximo que dava para ter era
aquele fogão. Tá achando que eu
nunca entrei numa cozinha?
Então quer dizer que você já
pilotou um fogão?
Um, não. Pilotei vários (risos).
Como falei, minha vida só mudou financeiramente
depois que entrei para o “É o Tchan”.
Antes disso, a gente vivia vários apertos,
o dinheiro era sempre contado e, é óbvio,
não tínhamos empregada. Para ajudar
minha mãe, eu que cozinhava para os meus
irmãos. E olha que não são
poucos, hein. Tem o Washington, o Henrique, o
Cristiano e o Felipe.
Mas qual é sua especialidade?
O prato que faço melhor é o tradicional,
com arroz, feijão e bife ou franguinho.
Quem come nunca reclamou. Pelo contrário,
viu. Mas também sei fazer macarrão,
saladinha... Por sinal, o que mais gosto é
a salada, mesmo.
Tem mais alguma qualidade sua que possa ser dividida
com os leitores do Fatto Olé?
Ah, eu sou uma moça prendada. Cozinho,
lavo, passo, tomo conta da casa... Também
tenho um ótimo coração, não
sou ciumenta... Deixe-me ver o que mais: nem me
incomodo de dividir as contas com o namorado.
E mesmo assim você está solteira?
Pois é. Não sou de ficar beijando
qualquer um. Terminei um relacionamento de sete
anos com o Alexandre (Pires) e agora estou tentando
me encontrar. Quando a gente sai numa revista
pelada, fica rotulada como mulher fácil,
o que não corresponde à verdade.
Pelo menos não para mim. Você acredita
que só namorei com três caras na
minha vida inteira? E olha que já estou
com 29 anos.
A gente conhece a fama de galinha dos boleiros.
Você já foi xavecada por quantos?
Nenhum! Eu também conheço a fama
deles e por isso evito contato. De vez em quando
ainda cruzo com um ou outro durante a gravação
de comerciais, ou coisa do gênero. Mas morre
aí.
Tá, então você quer que a
gente acredite que nem o Vampeta te paquerou?
Ah, o Vampeta não conta, né? Mas
ele é um amor de pessoa e foi um xaveco
light. Os jogadores se tocam quando a mulher dá
entrada ou não. E quando eles percebem
que a mulher não quer, não insistem,
porque não são de perder tempo.
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| Loira
garante ser mestre na cozinha |
Com qual jogador de futebol você casaria
hoje?
Ih... que pergunta! Mas eu sou suspeita para responder,
porque sou são-paulina da geração
do Raí. Acho ele maravilhoso, tanto pela
beleza quanto pelo que fazia em campo. O cara
era um fenômeno. E o mais legal de tudo
é que demonstrava amor pelo São
Paulo.
E do time atual?
Com nenhum. O grupo do São Paulo é
muito bom, tanto é que lidera o Campeonato
Brasileiro, mas quando o quesito é beleza...
Com a experiência de quem vai para a quinta
capa de revista masculina, acredita na história
de que a Íris levou R$ 700 mil de cachê
da Playboy?
Sinceramente não. A Playboy não
paga isso para ninguém. Ouvi dizer que
quase R$ 400 mil do cachê sairiam da venda
em bancas, o que também é impossível.
As pessoas se esquecem que a Playboy não
considera nesse cachê extra as revistas
vendidas para assinantes. Ou seja, ela vai levar
no máximo R$ 100 mil desses R$ 400 mil.
Para você, sair na Sexy não representa
o fim da linha?
Muito pelo contrário. Eu vou ganhar muito
mais na Sexy do que em qualquer Playboy que fiz.
Pode ter certeza que qualquer estrela que sai
na Sexy está ganhando uma grana pesada.
E depois desse ensaio, você pára
com revistas masculinas?
Acho que já deu, né? Será
a quinta capa. O importante de cada um dos ensaios
foi que consegui dinheiro para garantir o conforto
de toda minha família.
Como o assunto principal do brasileiro é
futebol, abre o jogo: qual foi seu grande gol
de placa?
Posso considerar que marquei dois grandes gols
de placa. O primeiro foi ter sido escolhida pelo
“É o Tchan”, o que mudou minha
vida. Lá eu ganhei dinheiro, fama, prestígio
e consegui construir tudo o que tenho hoje. O
segundo gol foi ter me formado no curso de artes
cênicas, no último semestre.
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| Modelo
revela paixão por Raí |
E em campo você costumava marcar seus golzinhos?
Para falar a verdade, não. Eu amo futebol,
sou são-paulina fanática, mas não
me arrisquei a jogar muitas vezes. Minha habilidade
com a bola nos pés é pequena, quase
nula (risos).
Você ainda consegue ir num estádio?
É complicado mesmo. Imagina eu passando
pela arquibancada do Morumbi. Acho que ia causar
um barulho. Mas eu vou de vez em quando, com um
esquema melhor. Combino com meus irmãos
e fico num camarote. Saio antes de o jogo terminar.
O que te irrita no futebol moderno?
Esse
negócio de os caras não pararem
mais em nenhum time. Você não sabe
o ódio que me dá em ver que um jogador
que acabou de chegar já foi embora. Até
entendo que o futebol é profissional, que
eles precisam do dinheiro, mas gostava daquela
época em que todos ficavam um tempão
nos mesmos clubes.
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