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Ronaldinho?
Kaká? Os dois em um! |
Tem
um garoto brasileiro, candidato a craque,
que é uma mistura de Ronaldinho Gaúcho
com Kaká. Não, não
e não. Essa não é a
opinião do Fatto Olé,
mas do próprio rapaz: Lulinha, revelação
do Corinthians. Escuta só essa: “Eu
acho que pareço um pouco com o Kaká
pela arrancada e com o Ronaldinho pela habilidade.
Seria uma mistura com um pouco de cada”.
Menos, né não? Brincadeiras
a parte, o moleque (16 anos), está
na mira de grandes times da Europa, como
o Barcelona, por exemplo. Difícil
mesmo é ter o mesmo apelido do presidente.
Segundo Lulinha, ele é sempre o alvo
das piadas dos colegas. Principalmente,
com as infinitas crises políticas
que assolam o nosso Brasil. |
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Jornalista
doma a fera Edmundo |
As
loiras não encantam mais Edmundo como antigamente.
O atacante do Palmeiras desistiu das mulheres
de cabelo claro depois de conhecer Clarissa, sua
atual namorada. A morena de Ipanema, no Rio, foi
capaz de fazer o coração do Animal
bater tão acelerado que ele decretou o
fim da alegria para as marias-chuteiras. Na última
segunda-feira, em sua festa de aniversário,
o palmeirense comprou passagem aérea e
contratou um chofer para buscá-la no aeroporto
- ele fazia questão de passar todos os
minutos de seu dia com a amada, de 1m80 (a mesma
altura do craque). Graças a uma boa dose
de xaveco, o craque ainda conseguiu convencê-la
a passar mais alguns dias em São Paulo,
para namorar. A grande ironia é que a moça
trabalha como jornalista. E olha que Edmundo nunca
foi chegado ao pessoal da imprensa. |
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Uma
concentração biruta na Europa |
A
concentração da seleção
da Islândia para o jogo contra a Espanha, pelas
Eliminatórias da Eurocopa, passou longe do convencional.
Em vez de enfiar seus atletas num quarto para que pudessem
descansar, a comissão técnica islandesa
promoveu uma verdadeira maratona ao grupo nas horas
que antecederam o confronto. É bem verdade que
a culpa não é toda do técnico Eyjólfur
Sverrisson. A bagunça começou quando 19
das 30 malas não chegaram com a seleção
em Palma de Maiorca. Somente no dia seguinte, a delegação
descobriu que, por um erro, a bagagem fora extraviada
para as Ilhas Canárias, a 2.100 quilômetros
dali. A opção foi colocar os jogadores
para rodarem num shopping, à procura de agasalhos,
calças e até chuteiras. Sentindo o clima
de tensão e esgotamento dos islandeses, o treinador
inovou. “Levei o pessoal para jogar golfe, como
forma de acabar com o estresse coletivo”, justifica.
Diante de tanta programação, a Islândia
já começou a partida perdendo em preparo
físico. Após 90 minutos, foi derrotada
também no placar: 1 a 0. |
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Feira
de artesanato salva Parreira |
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Uma
geração de jogadores fracos, pressão
da imprensa, cerco do governo... Os primeiros dias de
Carlos Alberto Parreira como técnico da seleção
da África do Sul não têm sido fáceis.
Há alguns dias, ele não conseguiu evitar
que sua equipe perdesse em casa da pobre Bolívia.
Antes, vinha sendo questionado devido ao alto salário
(cerca de R$ 500 mil por mês). Os jornalistas
não entendiam por que ele trabalhava no cargo,
mesmo sem ter feito o curso de treinador na África
do Sul. Diante de tanta encheção, o tetracampeão
mundial se refugia visitando feiras de artesanato na
cidade de Joanesburgo, onde mora. "Sempre fui fissurado
por arte, coisas feitas à mão... E aqui
eu encontro muito da cultura africana transferida para
esculturas, molduras, costuras. Chego a passar horas
nessas feiras, esfriando a cabeça", reconhece
Parreira, que tem como principal missão levar
a África do Sul à segunda fase da próxima
Copa - por ser o país sede, o time já
está classificado.
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Grana
na mão de Vamp é vendaval |
Na
época áurea da carreira, enquanto vestia
a camisa do Corinthians, o volante Vampeta sempre ouvia
dos mais chegados um conselho: "dinheiro não
aceita desaforo". O baiano bom de papo nunca deu
muita bola, até porque não entendia o que
Rincón, Marcelinho Carioca, Edílson, Rogério
e companhia tentavam dizer. O tempo passou e ‘Vamp’
continua fazendo desaforo à grana. Toda semana,
ele abastece seu carro importado em um posto na Avenida
Sumaré, em São Paulo. E virou tradição:
ao encostar seu 4x4, aparecia um gaiato que lhe pedia
uns trocados. Quando não tinha notas baixas, Vampeta
jogava na mão do desconhecido até R$ 50.
Como o mundo é dos espertos, o ex-corintiano está
tendo prejuízo. Explica-se: agora não é
mais apenas um malandro que o espera para abastecer carros.
O posto na região da Zona Oeste tem até
fila. Todo mundo querendo pedir uma esmola ao bom e velho
Vamp. |
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Opa,
quem mora lá na vila? |
Vizinho geralmente é sinônimo de perturbação.
Mas se a pessoa que mora a seu lado é um
boleiro, pode começar a se coçar antes
mesmo de sentir a sarna. Ou o cara é muito
popular, e vive atraindo dezenas de paparazis; ou
é do tipo baladeiro, daqueles que invade
a madrugada com som alto; ou acha que está
acima do bem e do mal. Mas há uma quarta
categoria, que é encabeçada pelo lateral-direito
Gary Neville, da seleção inglesa.
O atleta do Manchester United está dando
o que falar num bairro de Bolton, enquanto constrói
a casa onde irá morar após se casar.
Aproveitando-se da popularidade, ele convenceu os
fiscais da cidade de que seu palacete não
interfere no visual do local, tampouco degrada a
natureza. “Esta mansão está
acabando com a vista de todo mundo”, reclama
um morador. “Falaram que a casa se encaixaria
perfeitamente na paisagem, mas era mentira. É
possível vê-la a quilômetros
de distância”, acrescenta outro vizinho
infeliz. Oha só, os “malas” não
são exclusividade no Brasil. |
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