Guia dos boleiros nos aeroportos Miss Robinho é gordinha incorrigível
Rock Balboa vira guru de Romário O bicho vai pegar até no aroma
O 1° 'monstro' do nosso futebol Pé de pato gera confusão na Seleção
Guia dos boleiros nos aeroportos

As viagens têm transformado a vida dos boleiros num tremendo tédio – principalmente após a caótica crise nos aeroportos brasileiros. Os caras passam horas e horas entre uma escala e outra. Insano. Sempre ligado no movimento, o Fatto Olé presta um serviço de utilidade futebolística, sugerindo 10 coisas para se fazer quando o vôo atrasa.

1 – Trocar o cadarço da chuteira a cada 15 minutos.

2 – Folhear revistas na livraria e não comprar nenhuma.

3 – Contar o número de pessoas vestindo camisa azul.

4 – Tentar decorar os números dos vôos com destino a Palmas e Boa Vista.

5 – Ir até o banheiro, olhar-se no espelho e repetir três vezes: ‘patético, patético, patético’.

6 – Entrar numa loja e perguntar o preço do kit de bolas de sinuca.

7 – Voltar à livraria, folhear mais revistas (novamente) e não comprar nenhuma.

8 Andar bem devagar, assobiando e cantando, fingindo que está totalmente zen.

9 – Contar até 500 e olhar no relógio se já se passaram 10 minutos.

10 – Fazer tudo isso de novo mais 150 vezes.

Rock Balboa vira guru de Romário
Pois é, você deve estar se perguntando: ‘o que o pugilista do cinema e o boleiro-baixinho têm em comum?’. A resposta está no longa Rock VI, que está longe de ser um filmaço mas é uma grande metáfora da própria vida de Sylvester Stallone – como bem avaliou o sempre competente jornalista Sidnei Garambone. É isso. Vale a pena assistir pensando em Romário. Um craque em driblar o tempo e nocautear os donos da verdade. Isso não é tudo e já é muito. MAIOR QUE PELÉ – A turminha boa de bola da revista Placar nos oferece números saborosos. Em jogos oficiais, Romário está bem perto de superar Pelé – o Rei teria 720 gols em jogos à vera, contra 716 do vascaíno. O Baixinho já foi artilheiro de 27 competições; Pelé, 24. Dá-lhe Romário Balboa!
O 1º ‘monstro’ do nosso futebol
Ainda curtindo o eterno blá-blá-blá do milésimo gol, nossa enciclopédia enaltece agora Arthur Friedenreich. Uma história espetacular! Conhecido com ‘El Tigre’, o cara nasceu em São Paulo (1892) e aprendeu a jogar bola com bexiga de boi. É mole? Foi o primeiro ídolo do nosso futebol, disputou a Copa de 30 e fez 1272 gols, mais do que Pelé e Romário. O único problema é que o registro de seus incontáveis gols foi levado por um caminhão de lixo da Prefeitura de Santos, em 1962, entre restos apodrecidos de comida, latas vazias e papéis inúteis. Perdido, portanto, para sempre. PIADA DE PORTUGA - Galera, a trupe do Fatto Olé ainda está EXTREMAMENTE indignada com um jovem torcedor do Manchester United, que exibia uma bandeira estampada com a imagem de Cristiano Ronaldo, com a seguinte frase: ‘The Real Ronaldo’ (O Ronaldo Real). Olha só, craques existem muitos, mas poucos são Reis. Comparar o portuga com os nossos ronaldos é, no mínimo, uma piada esdrúxula.
Miss Robinho é gordinha incorrigível

Você já deve ter ouvido falar que Robinho namora - atualmente ele está noivo de Vivian. O casal está junto desde os tempos em que o atacante era um mero desconhecido e tentava convencer os dirigentes das categorias de base do Peixe. Pois bem, enquanto Robinho sempre lutou contra a balança para ganhar peso, sua amada vive situação contrária. Ela é uma gordinha incorrigível. E olha que o craque do Real Madrid e seu empresário, Wagner Ribeiro, já tentaram de tudo para mudar o corpo inchado da menina. “Até lipoaspiração ela já fez, e por duas vezes”, confidenciou o empresário a amigos. Fica a pergunta: será que os vários quilinhos a mais de Vivian é que fazem Robinho adiar sempre o casamento?

O bicho vai pegar até no aroma
A referência fashion dessa edição é seguir a moda da polícia do Estado de Gujarat, na Índia, que vai começar a usar uniformes impregnados com fragrâncias de flores e frutas cítricas. Criativo, né? Imagine um policial parrudo com arominha de rosas... Bom, a tendência se aplicaria da seguinte forma: cada clube brasileiro adotaria em seu uniforme o cheirinho de seu mascote. Assim, daria para sentir de longe o odorzinho fúnebre do urubu de jogadores como Obina e Juninho Paulista, do Mengão, por exemplo. Marinho e Coelho desfilariam por aí exalando um excêntrico cheiro de galinheiro, titica pura, nos corredores do Galo Mineiro. O cheiro de flores do campo que os bambis Rogério Ceni e Souza iriam transpirar seria impagável. Já Romário comemoraria os mil gols com suor-bacalhau. Putz, e o Animal com perfume de porco? Argh, direto pro chiqueiro, vai. É melhor abafar o caso.
Pé de pato gera confusão na Seleção
A convocação do zagueiro Naldo foi capaz de produzir muitas outras conseqüências, além da surpresa geral da nação. O jogador do Werder Bremen causou um reboliço danado na Seleção Brasileira porque esqueceu as chuteiras. Explica-se: o garoto bom de garfo é também um pé de pato. Calça nada menos do que 46, e ninguém da comissão técnica de Dunga encontrava uma chuteira que servisse no pezão de Naldo. A solução só foi encontrada quando entraram em contato com a fornecedora de materiais esportivos da Seleção e fizeram o apelo. Então, a Nike enviou ao Rio dois pares de chuteira tamanho GG. Dunga também mandou um recado ao defensor: da próxima vez que for convocado, ele tem obrigação de aparecer bem-calçado. Sob o risco de não ser mais lembrado pelo treinador.