Um brasileiro no país da piada pronta Opa, se a fé ganhasse jogo...
Cuidado, tem boleiro bebum aí gente! Bizarro Press: a culpa é das traves
Livro do Olé agita Flamengo Kaká virou mesmo um hooligan?
Um brasileiro no país da piada pronta

Dono do maior salário do futebol português, o atacante brasileiro Liedson vive em lua-de-mel com a torcida do Sporting. Artilheiro, titular absoluto e principal estrela do clube, o ex-corintiano só sofre com um detalhe em Portugal: as gozações. “Todas as piadas que contam de português aí no Brasil viram piadas de brasileiro aqui em Portugal”, conta o baiano, que está sempre de orelha quente, diante das provocações dos companheiros. “Outro dia, vieram me contar uma ridícula. Era de um brasileiro prestativo que chegava para o chefe e falava: ‘Acorda, patrão, acorda. Está na hora de o senhor tomar o remédio para dormir’”. Alheio às piadas prontas, o matador brasileiro tem causado a desgraça de muitos goleiros. “Estou com mais de 80 gols em 150 jogos. E devo continuar por mais um bom tempo aqui em Lisboa”, avisa o ex-corintiano.

Cuidado, tem boleiro bebum aí gente!
Atenção, atenção, cervejeiros de plantão! A notícia que o Fatto Olé divulga agora pode causar uma grande ressaca no mundo da redonda. O Estado americano do Novo México está implantando em boa parte dos bares e estádios das cidades desorizadores de mictórios falantes. A gente explica: quando o cara, que já tomou umas e outras, vai ao banheiro para fazer xixi, um sensor detecta a presença de álcool na urina. O pior é que, quando isso acontece, uma gravação de voz feminina dispara um sermão: “E aí cara, andou tomando uns drinques? É hora de chamar um táxi ou pedir para um amigo sóbrio te levar para casa”. O inventor do dispositivo, Richard Deutsch, disse que a idéia funciona porque não existe público mais compenetrado do que um homem urinando. “O cara não olha para a direita, não olha para a esquerda, só se concentra em seu aparelho”. Dizem por aí que a “conselheira de banheiro” vai invadir os vestiários espalhados pelo mundo inteiro. O que será dos boleiros baladeiros, minha gente? Ai, ai, ai.
Livro do Olé agita Flamengo
O livro do Fatto Olé Boas Notícias no País do Futebol não pára de rodar pelo Brasil. Já recebeu elogios dos apresentadores Fausto Silva e Milton Neves, do ex-jogador Neto, da galera boa de bola do JT, da revista Caras, dos boleiros de Palmeiras, Corinthians, São Paulo e Cruzeiro, entre outras celebridades. Na última semana a obra fez a cabeça dos jogadores do Flamengo. O goleiro Bruno, o meia Juninho Paulista e o atacante Obina (fotos) curtiram bastante o lançamento do diretor de conteúdo da Fatto Comunicação, Rogério Nottoli – que em breve estará disponível nas melhores livrarias do Brasil.
Opa, se a fé ganhasse jogo...

Ei, você sabia que padre que é padre não deixa de fazer firula? Pois é, o primeiro torneio de futebol do Vaticano já está rolando, mas tem algumas particularidades: parte das regras foi adaptada ao estilo de vida dos jogadores, que são seminaristas e padres. O tempo regulamentar é de 30 minutos, com direito a cinco substituições, em vez das três convencionais. Outra novidade dos boleiros-padres é o cartão azul, que tem a função de suspender do jogo por cinco minutos os homens da fé que tiverem um comportamento incorreto. Além disso, a bola só vai rolar entre segundas e sábados, já que domingo é dia de rezar em todos os 37 países que disputam a competição. "Queremos que os atuais e futuros líderes de nossas paróquias e igrejas tenham consciência da importância educacional e pastoral do esporte para as comunidades", declarou Edio Costantini, diretor do Centro Esportivo Italiano.

Bizarro Press: a culpa é das traves
Demorou, mas o Hamburgo encontrou o motivo para seu péssimo aproveitamento no Campeonato Alemão, e principalmente para a falta de gols de seu ataque. Parece piada, mas descobriu-se que as traves dos gols do estádio onde atua como mandante estavam com medições diferentes da usual. A suspeita foi levantada por um grupo de torcedores, revoltado com a quantidade de chutes de seus atletas por cima das traves. Um jornal local comprou a versão e publicou uma matéria com a suspeita. Na hora em que foram tirar a situação a limpo, notaram que as traves superiores estavam, de fato, cinco centímetros mais baixas. Agora resta saber se, com o gol maior, as bolas do Hamburgo vão passar a entrar. Ou se o problema é a ruindade do pessoal, mesmo.
Kaká virou mesmo um hooligan?
Galera, a imprensa italiana divulgou na última semana que o meia Kaká, o volante Gattuso, e os atacantes Inzaghi e Gilardino cederam gratuitamente seus caríssimos direitos de imagem para a Brigate Rossonera, uma torcida organizada do Milan com mais de três mil participantes. Essa estreita e promíscua relação acontece justamente num momento bastante delicado em que o futebol italiano está manchado de sangue por uma vergonhosa onda de violência - a tragédia em Catânia jamais será esquecida. Agora, os fanáticos torcedores rubro-negros usarão o bom-moço Kaká para conquistar novos adeptos e, conseqüentemente, fortificar o seu temível exército.