|
Ronaldo
já esteve com Milene Domingues, Daniela Cicarelli,
Raica... Roger namorou com Leila (jogadora de vôlei
de praia), Adriane Galisteu, Deborah Secco... Boleiro
que é boleiro não se prende a qualquer
mulher, mesmo que ela seja uma das mais lindas do universo.
Os amores intensos de verão no futebol são
a coisa mais comum do mundo. Sabe por quê? Porque
a única e grande paixão dos atletas é
por suas mamães. E exemplos não faltam
para comprovar a tese do Fatto Olé.
Você
já reparou que o sonho de todo atleta em início
de carreira é dar uma casa para a mama? Ainda
que ele se case, tenha filhos, depois que se separa,
corre ao colo dela diante de qualquer dificuldade. “Todo
jogador sabe que somos nós que os amamos de verdade”,
justifica Simone Izecson, mãe do meia Kaká.
Mesmo casado, o ídolo do Milan fez questão
de comprar uma mansão para os pais em Milão,
bem pertinho de seu condomínio, para tê-los
ao lado a todo instante.
Dona Miguelina, mãe de Ronaldinho Gaúcho,
é a única que dá bronca no astro
do Barcelona. Nenhuma outra pessoa ousa discordar ou
brigar com o camisa 10 da Seleção. Afinal,
foi ela quem se sacrificou a vida inteira para que Ronaldinho
e seu irmão Assis realizassem o sonho de serem
craques. Ainda hoje, com o filho mais novo consagrado,
ela segue atenta a todos os passos do garotão,
ajudando em tudo. Até com superstições.
“Tenho um paninho que fica sempre na minha mão.
Ele serve para sufocar o time adversário e deixar
o Ronaldinho jogar em paz”, conta.
Apesar de ter a seus pés as mulheres mais desejadas
do planeta, o atacante Ronaldo não consegue cortar
seu cordão umbilical. É dona Sônia
quem ganha todos os mimos do ex-astro do Real Madrid,
e agora do Milan. O último presentinho do artilheiro
foi o pagamento de uma plástica no rosto de sua
mãe, com o cirurgião mais famoso do Rio
de Janeiro.
Já o atacante Alexandre Pato, maior promessa
do futebol brasileiro, lembra de quem o colocou no mundo
a cada gol que marca. Todas as vezes que balançou
as redes pela Seleção Brasileira no Sul-americano
sub-20, ele correu para as câmeras dizendo: “mamãe,
eu te amo.” O garoto de 17 anos faz questão
de lembrar que sua ‘mother’ foi a pessoa
que mais o ajudou na recuperação de uma
cirurgia para retirada de um tumor ósseo no ombro,
durante a infância. "Isso aconteceu há
dez anos, mas sempre que tocamos no assunto, nós
dois choramos bastante", revela Pato.
GRANDES
EXEMPLOS
Na sofrida história de vida da maioria dos boleiros,
a mãe tem sempre papel decisivo. Em vários
casos, ela faz também o papel do pai, que deixou
a casa ou acabou morrendo. O atacante Vagner Love, ex-Palmeiras,
só se tornou profissional graças ao esforço
de sua mãe, que trabalhava de camelô nas
ruas de Bangu para arranjar dinheiro e levar comida
para o artilheiro do amor e sua irmã.
"Com
o primeiro dinheiro que ganhei, comprei uma baita casa
lá no Rio, com direito até a um jardim
grande, com plantação de frutas",
admite Vagner Love. "Era tudo o que ela sempre
sonhou. Foi a grana mais bem gasta do mundo", completa
o jogador do CSKA, da Rússia.
Seu grande amigo Diego Souza, também revelado
pelo Palmeiras, tomou uma providência drástica
assim que deixou a categoria de juniores: decretou a
aposentadoria de sua mãe, que era empregada doméstica.
Agora ela se encarrega de cuidar dos amores do lateral-esquerdo.
Paquerador incorrigível, Diego apronta com suas
namoradas e pede para que a mãe o ajude a "limpar
a barra" na base da conversa.
A mãe do lateral-direito Ilsinho é ainda
mais preponderante. Cabe a ela tomar todas as decisões
sobre o futuro do são-paulino. Quando deixou
o Palmeiras, seu empresário, Wagner Ribeiro,
pretendia levá-lo para a Espanha, mas não
houve acordo, já que a dona do coração
de Ilsinho o queria morando na Capital. Desde então,
Wagner pede a opinião dela em qualquer negociação.
E a mulher tem fama de encrenqueira; nos tempos em que
ele era juvenil, sua mãe cansou de sair no tapa
com gente na arquibancada que ousava xingá-lo.
É mole?
Uma coisa é certa: quando a bola pinga na área
do coração, as marias-chuteiras levam
de goleada. E as supermães estão sempre
na cara do gol, nunca há impedimento. A regra
é clara!
|