Livro do Olé anima Verdão Ué, gol é melhor que sexo?
Ê, ô, ê, ô, caranguejo é o terror! Opa, 'diga não às barangas'
Puxa-saquismo nas férias de Kaká Ro-Ro mergulha com os tubarões
Livro do Olé anima Verdão
Depois de receber elogios de Fausto Silva, Milton Neves, Neto, da galera boa de bola do JT, da revista Caras, entre outras celebridades brasileiras, o livro do Fatto Olé 'Boas Notícias no País do Futebol' parou um treino do Palmeiras na última semana. Os boleiros se divertiram bastante com o lançamento do diretor de conteúdo da Fatto Comunicação, Rogério Nottoli. O goleiro Marcos, por exemplo, levou a obra para a academia de ginástica, onde lia durante o intervalo dos exercícios. Nas próximas semanas, o 'Boas Notícias no País do Futebol' rodará o Brasil e chegará às mãos dos principais boleiros.
Ê, ô, ê, ô, caranguejo é o terror!

Atenção, muita atenção. O Fatto Olé lança um desafio inusitado para boleiros, torcedores e afins. Hei, você se julga um aventureiro nato? Então prepare-se para o verdadeiro teste de coragem, com alta taxa de mortalidade – meu Deus, que audácia! O goleiro Marcão, o meia Elano e o atacante Romário também estão convidados a participar. Seguinte: a cada ano, durante quatro dias, uma frota de 250 barcos espalha-se pelas águas congeladas do Estreito Bering para procurar um dos tesouros mais valiosos do mundo, o imenso caranguejo-real do Alasca. Encarando condições climáticas sinistras e mais de 20 horas diárias de pesca, os participantes faturam muita bufunfa. Durante um dia, um experiente pescador pode levar para casa mais de US$ 50 mil. Porém, muito cuidado para não entrar numa fria: ondas de mais de 12m de altura, ventos com mais de 128km/h, aproximadamente 362 kg de aço, e ainda 99% de chance de acidentes; eis a profissão mais perigosa do planeta! E aí Luxa, qual é o seu esquema tático? Mais informações no Discovery Channel, canal da TV por assinatura.

Puxa-saquismo nas férias de Kaká
Se Stanislaw Ponte Preta (alter ego de Sergio Porto) ainda fosse vivo, ele afirmaria: "Nem tudo são flores na vida de Kaká." Verdade. Todo puxa-saco é vidrado no craque do Milan. Incrível. E puxar o saco do jovem boleiro foi um dos passatempos prediletos de vários turistas que curtiram a festa de final de ano numa praia do litoral paulista. Kaká pouco aproveitou o descanso com a família e logo teve que trocar os dias de calor (e intenso puxa-saquismo) pelo frio e os treinos puxados da intertemporada com o clube italiano na República de Malta, arquipélago composto por três ilhas, pertinho do Sul da Itália. “Quase não tive tempo de curtir o Brasil”, reclamou o boleiro-galã. Pior: Kaká, que pouco ficou com a mulher, agora divide um quarto com o narigudo Pirlo. Eta. Um dos únicos passatempos do meia atualmente é a Internet. “Fico o tempo inteiro lendo notícias sobre o futebol brasileiro. Estou torcendo bastante pelo Brasil no Sul-americano sub-20”, revela Kaká, que demonstra especial admiração pelo atacante Alexandre Pato, do Inter, e pelo meia Leandro Lima, do São Caetano. Mas e o puxa-saquismo virtual, não rola?
Ué, gol é melhor do que sexo?

O futebol é anterior ao sexo, já dizia Nelson Rodrigues. O craque Bastian Schweinteiger, do Bayern Munique e da seleção alemã, concorda com o poeta imortal brasileiro. “As duas coisas naturalmente produzem uma boa sensação”, opinou em entrevista à revista Bravo Girl. “O futebol é minha vida, e por ele faria tudo. Pelo sexo nem tanto”. E o Fatto Olé resolveu pegar uma caroninha básica na polêmica e fez a seguinte pergunta para algumas celebridades: “Você concorda com Nelson Rodrigues?” Vale conferir algumas declarações:

"Pra mim foi assim mesmo, futebol veio antes do sexo, até porque eu aprendi primeiro a jogar bola e só depois..." (Neto, comentarista)

"Sou suspeito pra falar do futebol. Queria ser jogador desde os dois anos, quando ganhei a primeira bola. E já troquei muitas namoradas para correr atrás de uma bola nos campos de várzea de Pradópolis." (Cicinho, do Real Madrid)

"O futebol é apaixonante. Muita gente tem no clube do coração a primeira paixão, deixando até a mulher em 2º plano. Vivo o dia-dia do futebol e ainda me encanto, mas coloco minha família em 1º lugar." (Paulo Autuori, técnico)

"(Risos) Pô, pra quem vive o futebol e é apaixonado por ele, as duas coisas andam juntas." (Falcão, comentarista)

Opa, 'diga não às barangas'

Ria com a gente. Enquanto tem boleiro dizendo que prefere fazer gol a sexo, Adriano jogava literalmente na contramão. O cara, que já foi considerado um dos melhores atacantes do mundo, praticamente trocou a noite pelo dia. Muita balada e muita mulher feia (imperdoável!). Pouquíssima bola na rede. Resultado: o nome do Imperador está na lista dos maiores fiascos da última temporada do futebol italiano. O Fatto Olé apurou que o atacante grandalhão tomou uma sonora bronca da família durante as festas de fim de ano. “Chega de barangas, meu filho”, decretou dona Vanda, avó do jogador. “Tem muita interesseira no futebol”. Adriano obedeceu. E começa a recuperar seu espaço na Internazionale.

Ro-Ro mergulha com os tubarões
As galinhas que engolem relógio de pulso não põem ovos na hora exata, mas uma coisa é certa: a cada volta rápida do ponteiro o tempo da tripulação brasileira fica mais curto no Real Madrid – a fragata branca está afundando. É isso: ou o almirante Fabio Capello sai ou saem os marinheiros Ronaldo e Robinho. Falta extremamente pouco para a corda estourar do lado mais fraco, resta agora saber qual é o lado mais fraco. O italiano deseja que o Fenômeno vire isca de peixes. A situação ficou ainda mais profunda na última semana. A dupla Ro-Ro brasileira teria mergulhado na balada, de acordo com a imprensa espanhola, e chegado bem alegre no treino após a farra. A fofoca está armada. Robinho, tratado como jóia, já virou pirata para o comandante. Capello estaria decepcionado com o marujo das pedaladas, que teve chances no time titular, porém teima em se espelhar em Ronaldo, que está literalmente numa barca furada. O italiano avalia que o comportamento do R-9 é prejudicial aos marinheiros de primeira viagem, neste caso, Robinho e o recém-contratado Marcelo – ainda boiando. Cuidado para não entrar de gaiato no navio: os tubarões estão só esperando.