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Ronaldinho
versão boneco Chucky |
Este
boletim semanal não é muito
de vangloriar-se de seus próprios
feitos e previsões malucas. Porém
a nossa equipe se entregou - só depois
que a fumacinha começou a sair pelas
orelhas de cada um de nós. Ora, não
era para menos. Descobrimos que Dunga, o
Schwarzenegger do nosso futebol, está
provocando o craque da cabeleira enrolada
e do sorriso malandro. Ele admite aos amigos
íntimos que coloca Ronaldinho na
reserva justamente para deixar o boleiro
irado. Bonzinho é o escambau! O chefe
quer vê-lo com raiva, nervoso, com
a testa toda enrugada, resmungando, rosnando
como um pitbull, mordendo os próprios
dentes. Malandro velho, o treinador espera
que o castigo deixe o craque mais ligado.
Ué, a estratégia da comissão
técnica é transformar o ídolo
num brinquedo assassino com pilha alcalina
de última geração.
Terror em campo: Ronaldinho versão
Chucky. Uma criatura imortal, inteligente
e habilidosa, capaz de provocar pânico
nos adversários, deixando os homens
de bunda no chão; em fila, ordenadamente.
Está na cara, a paranóia é
geral. Em suma, não há suma:
a verdade está em marcha e ainda
chega lá...
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Fenômeno:
Johnny Bravo ou Mônica? |
| Justiça
seja feita: o Fenômeno é o maior garanhão
da história do futebol internacional. Carambolas!
O cara também é o fenômeno no
esquema tático do xaveco – se escalarmos
os amores de sua vida, montamos uma seleção
de supergatas, as mais cobiçadas do planeta.
A top model Raica já é coisa do passado.
Escanteio, tiro de meta ou pedalada? Agora, o dentuço
está namorando a dentista carioca Érika
Abreu. Eles passaram o Natal juntos no Rio, a virada
em Paris e atualmente estão em Madri. O recordista
de gols em copas foi casado com Milene Domingues,
mãe de Ronald, e também com Daniela
Cicarelli. Viveu com Suzana Werner durante dois anos,
namorou a modelo catalã Mireia Canalda, a miss
espanhola Vânia Millán, a apresentadora
Lívia Lemos e a carioca Juliana Ferraz, entre
muitas outras gatas. O camisa 9 não tem jeito,
dribla todas. Adora as baldas e é um mulherengo
nato. OPINIÃO DA REDAÇÃO
- Claro! Evidente! Ronaldo faz um baita sucesso com
as meninas porque é parecidíssimo com
a Mônica, dentuça criada por Maurício
de Souza. Tão bonitinho, né não?
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Timão
luta jiu-jitsu em campo |
Olalá,
a garotada do Corinthians está realizando um
treinamento inédito no futebol. A comissão
técnica que comanda o grupo da Copa São
Paulo aplicou técnicas de jiu-jitsu para condicionar
seus jogadores. Os exercícios praticados pelos
lutadores ajudam os boleiros a ganhar explosão
muscular, facilitando o pique, o giro e também
a proteção de bola. A arte marcial, que
utiliza golpes de articulação, usa o peso
e a força do adversário contra ele mesmo.
OPINIÃO DA REDAÇÃO
– Moçada, sem essa de ficar rolando na
grama, com saídas de gravatas, torções
de braços e tornozelos. Não confundam.
O negócio é bola no ângulo, belê?
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Yo,
Romário na onda rasta |
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O
Baixinho só não fumou o cigarrinho do
capeta, mas ouviu muito Bob Marley do bom durante a
sua passagem pelo futebol norte-americano. O reggae
foi a sua trilha sonora no Miami FC, principalmente
porque Romário fez boa amizade com o atacante
jamaicano Sean Fraser, de 23 anos. Agora, o brasileiro
indica o ‘brother’ para o Boavista, clube
do Rio de Janeiro. Romário aposta que o jovem
fará sucesso no futebol brasileiro: pô,
o cara é atacante titular da seleção
da Jamaica. OPINIÃO DA REDAÇÃO
- Todo poderoso Jah, muito cuidado com as drogas pesadas:
o barato pode custar caro!
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Boleiro-DJ
faz a França dançar |
O
popstar francês Djibril Cissé, que quebrou
a perna dois dias antes do início da Copa 2006,
virou DJ. Isso mesmo. O atacante do Olympique de Marselha
aproveitou o longo período de recuperação
(fratura na tíbia) para gravar um CD de Dance
Music - 'The DJ in Me' é o título do
álbum. Vários boleiros famosos, como
Raúl Gonzalez (capitão do Real), Habib
Bamogo, Wilson Oruma e Taye Taiwo (todos do Olympique)
fazem participação especial no disco,
que começa a fazer sucesso na França.
ROONEY NA NBA? - Durante férias
nos EUA, o craque do Manchester pagou um mico gigantesco,
enquanto conferia o jogo New York Knicks versus Boston
Celtics, pela NBA. O bad boy estava na primeira fila
e acabou levando um pisão do ala Paul Pierce
(Boston) - 105 quilos - justamente no pé direito,
onde já havia sofrido lesão no metatarso.
Ai, ai, ai. Rooney reconheceu: "Foi assustador.
Ele rebolou mesmo por cima do meu pé".
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A
odisséia de Pelé no Cosmos |
O
Divino Crioulo já havia pendurado as chuteiras,
mas aos 35 anos (1975) aceitou uma proposta irrecusável
para difundir o soccer nos EUA. O New York Cosmos
pagou US$ 6 milhões por 85 partidas. E mais:
o Rei receberia ainda 67% sobre todo o merchan envolvendo
o seu nome, 5% nas ações do clube
norte-americano, além de inúmeras
conveniências fabulosas. O dinheiro não
é tudo, mas tudo é a falta de dinheiro.
O Fatto Olé esclarece: Pelé,
que já havia recusado outros convites para
voltar aos campos, enfrentava problemas financeiros
após a falência da Construtora Netuno
(empresa associada à Sanitária Santista)
e a súbita crise de sua indústria
de borracha, a Fiolax. Mesmo admitindo total falta
de ânimo para jogar bola, a oferta supermilionária
para os padrões da época balançou
o boleiro tricampeão mundial. Mr. 'Dondinho'
exigiu ainda um escritório no badalado Rockfeller
Center, um belo Cadillac, avião para assuntos
urgentes, colégio para as crianças
e um superapartamento na região central de
Nova Iorque. ‘Well, no problems’. Pelé,
que atuou com o italiano Chinaglia e o Kaiser Beckenbauer
no Cosmos, foi campeão norte-americano em
1977, antes de entrar definitivamente para o rol
das grandes lendas do universo. |
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