Romário x Ronaldo num táxi Nota do além: não morra antes de morrer!
Ballack e a bolsa amaldiçoada A fábula do técnico daltônico
Procura-se Danrlei e Jardel Rosquinhas, gafes e orelhadas
Romário x Ronaldo num táxi
Bom, todo mundo já sabe que o Baixinho e o Dentuço foram grandes heróis do PSV da Holanda. Idolatrados pelos torcedores. Porém, foi um simpático taxista de Eindhoven que deu a opinião mais valiosa no debate Romário versus Ronaldo. Enfim, quem foi melhor em gramados holandeses? “Ronaldo era surpreendente, tão rápido, tão centrado, nós o amávamos”, afirmou Eric, o motorista. “Romário… ele jogava bem também, mas perdia muito tempo correndo atrás das mulheres. Ronaldo veio aprender e progredir; para Romário era só mais um clube para jogar e um lugar para festejar”. Vale lembrar que o R-9 defendeu o PSV de 1994 a 96. Atualmente, bem mais velho, também costuma gastar muito folêgo com elas; vamos combinar: o cara é o fenômeno da paquera.
Ballack e a bolsa amaldiçoada
Um dos presentinhos mais caros que o meia alemão Michael Ballack deu a sua namorada foi uma bolsa. O agora jogador do Chelsea, da Inglaterra, adorou um modelito de R$ 5 mil que encontrou em Dubai, durante a pré-temporada, e mandou embrulhá-lo para presente. Porém assim que desembarcou em seu país para entregá-lo à amada, Ballack foi surpreendido pela alfândega, que exigia a declaração do objeto. Para não ter de deixar a bolsa no aeroporto, o craque desembolsou mais R$ 1 mil. Mas a confusão não parou por aí. As autoridades resolveram levar o caso à justiça, que determinou o pagamento de R$ 15 mil como multa. O alemão também teve de doar quase R$ 200 para caridade. Final das contas: a bolsa saiu pela bagatela de R$ 21.200, quatro vezes mais cara que seu valor original.
Procura-se Danrlei e Jardel
Essa é a pergunta que não quer calar: por onde andam o atacante Jardel e o goleiro Danrlei? Depois de receber inúmeros emails com a dúvida, o Fatto Olé esclarece que a dupla que fez muito sucesso 10 anos atrás com a camisa do Grêmio ganha hoje os últimos trocos antes de encerrar a carreira jogando pelo pequenino Beira Mar, da primeira divisão do futebol português. Apesar de tanto tempo depois, eles continuam os mesmos: o nervosinho Danrlei foi expulso logo em seu segundo jogo no novo clube, enquanto Jardel esteve fixo na área, à espera das bolas altas. Dirigido pelo técnico Augusto Inácio, o Beira Mar tem ainda mais três brasileiros: os volantes Tininho e Emerson, e o meia Luciano Ratinho. O grande orgulho do time de Aveiro é o estádio onde atua, construído para a Eurocopa de 2004 e um dos mais modernos do país.
Nota do além: não morra antes de morrer!
Torcedores, secadores e afins: a paixão pelo Boca Juniors ultrapassou os limites dessa vida. Imaginem só que acabaram de inaugurar um cemitério exclusivo para os fanáticos pelo time argentino. Com capacidade para até três mil torcedores, ou melhor, sepulturas, o estádio do descanso eterno foi decorado com flores amarelas e azuis. O ex-meio-campista do Boca, Antonio Ubaldo Rattín, destacou que o cemitério “está tão lindo que dá até vontade de ficar”. Fica, bonitão! SORRISO DE OURO - Além de explodir uma crise no São Paulo, o título da Recopa conquistado pelo Boca teve outra função: fazer do clube o maior campeão de torneios internacionais do planeta. Agora são 16 taças, contra 15 do argentino Independiente, do espanhol Real Madrid e do italiano Milan. O Boca conta em sua vasta galeria de troféus com: cinco Taças Libertadores, três Mundiais, três Recopas Sul-americanas, duas Copas Master, uma Copa de Ouro e duas Copas Sul-americanas. Por causa dessa matemática, os torcedores do Boca estão em festa há quatro dias. Urgh!
A fábula do técnico daltônico

A profissão de árbitro de futebol é cada dia mais ingrata. Não bastassem as câmeras de TV que vivem mostrando detalhes da partida praticamente imperceptíveis para o homem do apito, os xingamentos da torcida e agora até os daltônicos surgem como ameaça. Não entendeu? Num jogo válido pela terceira divisão do Campeonato Alemão, o técnico Ralf Rangnick revoltou-se com os jogadores do seu time, o Hoffenheim, que insistiam em não voltar para marcar. Num determinado momento, ele ameaçou entrar para esganá-los. Acabou sobrando até para o juiz, que ouviu um sonoro palavrão, seguido de uma ordem para que recuasse na marcação. Incrédulo, o árbitro Lutz Wagner foi tirar satisfações. Então ouviu que o treinador havia o confundido com o restante do time. “Normalmente jogamos de azul, mas estávamos de verde naquela vez. Como o juiz vestia verde-acinzentado, confundi as cores”, admitiu o técnico daltônico.

Rosquinhas, gafes e orelhadas
A fama de guloso do norte-americano também invadiu o futebol. Para incentivar seus boleiros-obesos, a universidade de São Francisco teve uma idéia pra lá de original. A equipe, que acaba de construir um estádio e que conquistou por três vezes o título NCAA (Liga Universitária Americana), dá aos atletas uma saborosa recompensa para ganhar os jogos: o “bagel”, um tipo de rosquinha. Além disso, instalou algumas churrasqueiras no centro de treinamento para animar a rapaziada. Quem iria gostar desses métodos seria o nosso Ronaldo, né não? Homer Simpson também adoraria jogar neste time. REIS DO VEXAME – O atacante grego Machlas, reforço do Apoel, foi expulso logo em sua estréia. E o pior, sem nem tocar na bola. A cinco minutos do fim de um jogo, o treinador o chamou. Porém, o zé-mané levou cartão amarelo por carregar um crucifixo enorme no pescoço. Recebeu a ordem de tirar a correntinha fora do campo. Apressado, Machlas cumpriu a determinação e voltou rapidamente… Porém, o árbitro Leontios Trattos aplicou o segundo cartão porque Machlas entrou sem a sua determinação. Que 'loser', heim? Já na Inglaterra, o atacante nigeriano Kanu se viu numa enrascada também em sua primeira partida pelo Portsmouth. Em campo ele foi bem e marcou dois dos quatro gols na vitória sobre o Blackburn. O problema ocorreu na volta para casa. "Fiquei perdido na rua. Pensei que teria de dormir em alguma calçada", conta. Ai! Ui! D'oh!