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Leão
estilo Gatinho |
| Ele
foi o rei da selva no Palestra Itália
durante 10 meses. Leão mandou prender,
soltar, dispensar... Mas sua demissão
revelou algumas realidades. A primeira é
que seu trabalho tem prazo de validade. Isso
porque seu jeito disciplinador, prepotente
e expansivo cria rachas irrecuperáveis
com o tempo. As primeiras rusgas no Verdão
surgiram quando Leão declarou que tinha
em mãos um time apenas nota 5. Os jogadores
se revoltaram, e os dirigentes também,
porque haviam investido mais de R$ 30 milhões
em contratações. Simultaneamente,
o treinador começou a minar seu próprio
território, com os pitis que dava em
cima dos funcionários do clube. Desde
os jardineiros, passando por seguranças,
assessor de imprensa e roupeiros, ninguém
agüentava mais o seu temperamento intempestivo.
Outra revelação: Leão
é ruim nas indicações
de reforços. No São Paulo, por
exemplo, foi surpreendido com a contratação
de Josué, em 2005. Nem conhecia o volante
que fazia há dez anos sucesso no Goiás.
Já pelo Verdão, errou a mão
quando pediu atletas como Márcio Careca,
Enílton, Douglas e Valdomiro, liberando
Ricardinho (que faz sucesso no Grêmio)
e Muñoz (que virou estrela no Paulista).
Leão saiu, o Palmeiras sorriu. |
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Lugano
vira ‘empresário’ de rock |
| O
que as pessoas não fazem pela família!
O zagueiro são-paulino Lugano, por exemplo, se
meteu a ouvir rock ultimamente, apesar de não
gostar de músicas “barulhentas”.
A intenção do uruguaio é ajudar
um sobrinho que também vive em São Paulo
e integra a banda Murza. “Não sou um bom
conhecedor de rock. Prefiro as músicas mais tradicionais,
típicas do meu país, mas estou dando uma
força para o Marcelo”, explica Lugano,
atacando de empresário. A missão do zagueirão
é levar o CD do Murza para os programas de TV
e rádio por onde passa. “O som deles é
legal, principalmente para quem gosta de rock. Meu filho
escuta o dia inteiro”, conta o ídolo da
torcida tricolor, referindo-se a Nicolas, de apenas
quatro anos. “Acho que ele vai ser daqueles roqueiros
de verdade.” |
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O
sonho de Ronaldinho |
| O
craque gaúcho, número 1 do mundo, está
de olho na braçadeira de capitão da Seleção
Brasileira na Copa - com todo respeito à liderança
de Cafu. Tudo pela possibilidade de erguer o troféu
mais importante do futebol e definitivamente entrar
para a seleta história dos mundiais. “Se
o professor Parreira precisar ele já sabe que
pode contar comigo”, diz o craque do Barça.
Com faturamento anual de 23 milhões de euros,
Ronaldinho garante estar mais maduro e conta que tem
treinado chutes de fora da área e cabeceios.
Exaustivamente. Porém, o grande sonho do gaúcho
é também um novo projeto de vida: "Quero
ter uma família saudável e a casa cheia
de filhos”, conta o 'último romântico'. |
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Amarelinha
encanta mulherada |
| O
poder de sedução da camisa da seleção
pentacampeã foi testado por uma pesquisa realizada
na Alemanha, pela empresa Innofact, de Berlim. Segundo
as 496 mulheres que foram ouvidas durante o estudo, o
manto verde-amarelo é o mais fascinante, com 59,7%
dos votos. O uniforme alemão ficou em segundo lugar,
seguido pelos da Itália, França e Argentina,
respectivamente. “Poucas camisas de futebol têm
a vibração, a energia e a vida da amarelinha”,
comentou o consultor de moda Carlos Ferreirinha para o
Fatto Olé. “Amarelo é uma cor forte
na moda e o verde é sinônimo de elegância
com vivacidade”. O novo modelo apresentado pelo
fornecedor de materiais esportivos da CBF resgata o padrão
original: a identidade Brasil. Saiba
mais. |
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Minhoca
para sair do buraco |
| O
meia Walter Minhoca não completou sequer um mês
com a camisa do Flamengo e já foi motivo de muitas
histórias. Calma, não se trata de um craque,
que está arrebentando nos jogos e merece ser alvo
de conversas no botequim. Ele quase nem jogou. Walter
Minhoca caiu na boca do povo, flamenguista ou não,
por causa do apelido. Vascaínos, botafoguenses
e fluminenses não se cansam de inventar piadas
com o reforço do rival. Coisas do tipo: “o
Minhoca foi para o time certo; o Flamengo, pois se sentirá
no fundo do buraco”. Ou: “o Minhoca não
pode jogar no Maracanã, pois vai afundar o único
gramado bom do Rio”. Já os flamenguistas
têm outras atribuições ao garoto recém-chegado.
“Com o Minhoca só vai dar Mengão em
2006. Até porque ele conhece os buracos do campo
para chegar até o gol”, brincam os rubro-negros. |
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Le
Mans: o paraíso dos boleiros |
Inter-temporada
no Brasil é sinônimo de treino puxado,
trabalho físico e muito cansaço. Já
no Le Mans, o conceito é completamente diferente.
A três rodadas do fim do Campeonato Francês,
o time do brasileiro Grafite resolveu fazer a tão
temida inter-temporada. Mas para surpresa do ex-atacante
são-paulino, a viagem para a pequena cidade de
Sillé se transformou num verdadeiro 'retiro de
férias'. Tudo porque em vez de treinarem finalizações,
ou algum esquema tático revolucionário,
o técnico Frederic Hantz colocou seus boleiros
para fazerem as seguintes atividades: corrida de caiaque
num dia, paintball em outro, caminhada no bosque, e
até mesmo jogo de rugby na lama. Bola que é
bom apenas na despedida do período de treinos,
num amistoso que aconteceu às 20 horas. Adivinhe
quem foi o adversário? Não houve adversário:
o técnico 'maluco' do Le Mans resolveu fazer
o amistoso entre seu time titular e seu time reserva.
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